domingo, 15 de abril de 2012

Relatos de viagens

Seguindo a sugestão da nossa professora Fabiane, que está avaliando o blog, resolvermos dar uma descontraída. Para isso, vamos postar a partir de hoje, relatos de pessoas que estiveram na Europa. Como elas se locomoveram nos países/cidades, o que comeram, o preço dos produtos, pontos turísticos, além de outras informações. Aproveitem!
Apesar dos relatos serem grandes, vale a pena ler, você vai se interessar.


Romênia - 7 dias

Esse relato foi escrito por Gabriela.

O povo romeno é muito simpático e prestativo. Mesmo os que não sabiam falar inglês, ao invés de desistirem e irem embora, sempre se esforçavam ou pediam ajuda a outros transeuntes para me ajudarem. As pessoas só faltaram me pegar pela mão para me levarem ao lugar pelo qual eu havia perguntado. Em geral as pessoas arranham um inglês. Na Transilvânia, se você souber um pouco de alemão, também pode ser útil. Em alguns museus, havia explicações somente em romeno e alemão, mas se você tiver boa vontade, é capaz de entender um pouco de romeno – ou se você falar italiano ou francês.

Desconto para estudantes em quase todos os museus, apesar de que em alguns deles mestrandos e doutorandos não são mais considerados estudantes. Apesar disso, mesmo os preços para adultos são muito baratos e não paguei mais de 6 lei para entrar – menos no castelo de Bran, onde paguei 10 lei.

Não é necessário comprar passagens de trem com antecedência. Cheguei em torno de meia hora antes e foi o suficiente.
București - Sighișoara 81,10 lei
Sighișoara – Sibiu 12,40 lei
Sibiu - Brașov 42,70 lei
Brașov - București 50 lei [van que para direto no aeroporto]

Ônibus custou 1,50 lei em Brașov e em București, se não me falha a memória foi 2,60 lei. Metrô em București custa 4,10 lei. Mas em București, tanto bilhete de ônibus quanto de metrô já incluem duas viagens e o bilhete de ônibus precisa ser validado numa máquina que vai carimbá-lo dentro do próprio ônibus [vale para todos os ônibus que peguei na Romênia]. Apesar disso, quase todas as distâncias que eu precisei percorrer na cidade eram facilmente possíveis de se fazer a pé, apesar de os locais sempre me sugerirem ônibus ou metrô. A distância entre uma estação de metrô e outra é de aproximadamente um quilômetro – talvez um pouco mais. E entre dois pontos de ônibus, a metade disso.

De todas as cervejas que experimentei [Ursus, Timișoreana, Silva e Tuborg] a melhor delas em disparado foi a Ursus. Provei da pilsen normal, da cerveja escura e do chope escuro – ficou só faltando o chope claro. Dessas, a que gostei mais foi a cerveja escura. Mas todas são muito boas!

Para comer, eu geralmente pagava em torno de 25 lei por prato principal + 1 ou 2 cervejas ou taças de vinho + sobremesa.


București

No ônibus do aeroporto pro centro, infelizmente não dá pra confiar no letreiro que indica as paradas porque ele vai rodando automaticamente e, no meu caso, estava muito adiantado em relação à posição verdadeira do ônibus no trajeto. Por isso, eu quase desci num ponto muito errado – sorte que pedi ajuda e me indicaram quando deveria de fato descer.

Cidade super segura para se andar a qualquer hora do dia – andei pelo centro de madrugada e não me senti insegura em nenhum momento.

Visitei o Museu Nacional de História, o Museu de História Natural, o Peasant Museum e o Village Museum. Desses, recomendo todos, mas se você tiver que escolher um, vá ao Village Museum, é demais! É um museu ao ar livre com casas representando várias épocas e culturas da Romênia. O Museu de História Natural foi todo renovado recentemente e eu curti bastante, principalmente a parte de ecossitemas, fauna e flora romenas. O Peasant Museum é legal, mas eu quase desisti de terminar a visita por causa do áudio guide que ficava pregando o amor e a luz divina no meu ouvido. Na parte final tem manequins com trajes típicos de várias etnias eslavas não só da Romênia como de outras regiões [Ucrânia, Polônia etc].

O Village Museum fica situado num parque [Herăstrău Park] que me pareceu muito bonito, mas que infelizmente não tive tempo de ver. O único parque que fui foi aonde está o Lago Cișmigiu e adorei.

Na única noite que eu passei lá, eu saí com uns locais que conheci no hostel, mas eles me disseram que no centro histórico tem bastante coisa.

Eu passei pouco mais de 24hs na cidade e achei pouco: saí de lá com a impressão que ainda tinham muitas coisas a serem exploradas. Acho que 2 dias ou 2 dias e meio seja o mínimo.

Fiquei em um hostel chamado Midland Youth Hostel e aprovei. De lá pra estação de trem dá menos de 2km, dá pra ir andando. Pro centro histórico a distância é quase a mesma, só que pro outro lado.


Sighișoara

O centro histórico da cidade é incrivelmente bem preservado, mas muito muito pequeno. Um dia deve ser o suficiente pra ver tudo, porque andando gastei menos de 2hs e os museus estavam fechados porque era segunda feira. E eles não abrem antes das 10 da manhã. Fiquei em um hostel chamado Nathan’s Villa e recomendo tb. É barato, mas não é no centro histórico, apesar de ser bem perto – talvez menos de 1km até a subida para a cidadela.

No hotel me indicaram um restaurante chamado Rustic pra comer, mas acabei me perdendo e fui parar na cidadela. Eu passei pela casa onde o Vlad nasceu e lá havia um restaurante, mas pela placa e pelo nome meio ridículos, resolvi não entrar – mas no dia seguinte fui tomar um chá e vi que o interior do local é extremamente charmoso!! Talvez valha a pena comer lá, after all. Acabei parando no restaurante de um hotel chamado alguma coisa Wagner e comi um bife muito gostoso. Como era a primeira vez que estava comendo num restaurante durante a minha viagem, achei que pagar 100 lei [25 euros] num prato + sobremesa + garrafa de vinho não era muita coisa, mas no decorrer da viagem percebi como foi caro em relação aos demais.


SIbiu

Por a cidade ter sido capital da Transilvânia quando da época dominação do governo austro-húngaro, Sibiu é uma cidade bem maior e o seu centro histórico teve também bem mais influência saxônica e importância que outras cidades da região. Em 2 ou 3 horas dá pra rodar todo o centro histórico – não esquecer de visitar a Piața Huet [menor que a Piața Mare e a Piața Mica, mas onde a cidade efetivamente começou] ou de andar um pouco mais por fora, pela Strada Cetatii, pra ver uma parte da muralha que ainda está de pé.

Em termos de museus, a cidade, a meu ver, deixou um pouco a desejar. O museu de história trata bastante da pré-história e discorre sobre alguns objetos que parecem meio deslocados, como a descoberta do vidro e do funcionamento de cadeados e fechaduras. Para uma cidade que já foi capital da Transilvânia e que diz ser uma das mais importantes da região, achei o museu fraco. Há também uma sala de armas, uma sala de objetos de metal e uma biblioteca com livros gigantes. O Museu de Brukenthal também não me impressionou muito. Os quadros são de artistas menores e se você estava esperando coisas da qualidade dos grandes pintores italianos, você vai ficar um pouco decepcionado. Entretanto, a parte de artistas romenos me impressionou bastante. A parte gótica não vale a pena – com alguns poucos objetos, a exposição tenta falar da literatura e do movimento gótico, mas pra mim foi pouco detalhado e um tanto quanto alarmista.

Ia almoçar num restaurante de comida típica, descendo pela rua de pedestres a partir da Piața Mare, numa rua à esquerda da fonte – um restaurante ao lado de uma casa verde que é um pub escocês. Porém estava lotado e acabei indo parar no Weinkeller, um restaurante perto de uma escadaria na Piața Huet. O prato principal, partes de porco com polenta e ovo, estava bom, mas a sobremesa, típica da Romênia, estava fantástica! É tipo um bolo com massa de panqueca e uma bola de queijo em cima, com sauer cream e geleia de frutas silvestres. Uma delícia! Depois fui para um bar chamado Music Pub na Piața Mica ao lado do hostel – boa cerveja e bom rock ‘n’ roll tocando. Se não me engano, rola shows também, dependendo do dia da semana. Descobri um café chamado Pardon, quase em frente à filarmônica e perto das muralhas da cidade que ainda estão de pé. A decoração do ambiente é muito impressionante, toda fofa, cheia de coisas antigas. Pedi um prato de café da manhã, Platou SIbiu, que me deixou empanturrada pelo resto do dia!

Andei praticamente só a pé, mas também porque basicamente fiquei pelo centro. Para se explorar a cidade mais a fundo, é possível ir de ônibus. Em Sibiu também existe um museu de casas e a propaganda é que se o de București te decepcionou, esse é muito melhor. Não fui lá conferir, mas é uma alternativa.

Fiquei num hostel chamado Old Town. Confortável e bem localizado, mas com apenas um banheiro para todos os hóspedes – o que pode ser um pouco caótico de manhã quando você quer fazer aquele xixi matinal e tem uma pessoa há 35 minutos trancada tomando banho. Se você quiser o quarto privado, então existe um banheiro pra os dois quartos privados. Não havia café da manhã incluído. E o único computador disponível era o mesmo da recepção.


Brașov


A cidade me surpreendeu muito positivamente. Um dia inteiro para conhecer a cidade e ir a Bran definitivamente não é o suficiente. Quando fui, quase todas as torres das muralhas norte e sul estavam fechadas para reforma. O cable car pra subir o morro mais alto que rodeia a cidade também estava em manutenção. Há, porém, uma trilha para se subir lá e eu levei em torno de 45 minutos. Não é uma trilha difícil, mas pros menos entusiastas, pode ser que leve mais... talvez uma hora e meia. Mas vale a pena – muito! A vista de lá de cima é simplesmente fantástica: toda a planície à frente da cidade, a cidade em si, mais a oeste os montes cárpatos e, na encosta do outro lado do morro, outra cidade. Se o dia já não estivesse acabando, teria dado pra ver muito mais coisa lá de cima.

Não tive tempo de subir na cidadela – dizem que há um bom restaurante lá – e por causa do tempo curto visitei o museu de história de forma meio corrida. O museu é mais completo e abrangente que o de Sibiu, mas para uma cidade medieval, acho que explora pouco esse lado da cidade. Talvez as torres complementem o museu...

Do centro pra rodoviária, pegar o ônibus 12 que passa a cada 20minutos. Mas, de preferência, comprar o bilhete numa bilheteria perto do ponto – não é em todos os casos que é possível comprar com o motorista. Mesma coisa quando se estiver voltando da rodoviária – procurar a bilheteria antes de pegar o ônibus de volta!

Pegar um ônibus pra Bran é fácil e há duas saídas por hora: toda hora cheia e toda hora e meia. Leva uns 45 minutos até Bran. O castelo é simplesmente fantástico!! Parece pequeno, mas é maior do que se pensa. Me disseram que uma hora pra ver o castelo seria mais que suficiente, mas eu fiquei lá quase uma hora e meia. Eu andei um pouco pela vila e descobri um museu de vestimentas medievais logo atrás do castelo, andando pela estrada principal, que contorna o vale natural, mas estava muito cansada para entrar. Indo pro outro lado existe mais um pouco de vila para ser explorada, mas também não o fiz. No caminho para Bran existe uma outra cidadezinha chamada Rașnov, a qual também tive vontade de visitar, mas o cansaço e o avançado do dia me fizeram mudar de ideia. No topo do morro que ladeia a cidade há uma fortaleza bem grande que é possível visitar.

Fiquei num hostel chamado Bohemia e achei ótimo! Tá, ele era novo e em uma das noites eu era a única hóspede lá, mas a casa havia sido renovada, todos os móveis eram novos, a sala de estar com uma TV enorme de tela plana, um computador novinho, um banheiro pros quartos e um extra na sala de estar / cozinha. O café da manhã era preparado para mim todos os dias assim que eu me sentava à mesa, in loco, de modo que era sempre tudo quentinho e fesquinho. E o dono do hostel me pegou na estação de trem sem cobrar nada a mais, pura gentileza mesmo.

Pra voltar pra București, ao invés de ir de trem, resolvi pegar uma das vans que ficam no estacionamento do lado direito da estação. A viagem dura a mesma coisa que de trem [até menos dependendo do tipo de trem q você pegar], com a vantagem de que o motorista te deixa direto no aeoroporto – enquanto que para ir de trem você teria que pegar outro transporte da estação até o aeroporto. Custa 50 lei e no caminho ele sobe a serra e passa pelas montanhas – por vilas no meio dos cárpatos – e a vista é simplesmente maravilhosa! Fiquei pensando como não seria visitar Predeal, Azuga, Bușteni ou Sinaia e fazer umas trilhas ou umas travessiais por aquela região.

Uma dica que pode interessar aqueles que gostam de camping, é que tanto em București como em Brașov há lojas da Decathlon. Se vc tá fazendo uma trip pela Europa, talvez valha a pena começar pela Romênia e comprar alguns acessórios ou barraca aproveitando que o lei é um pouco desvalorizado em relação ao real – ou se você ganha em euro, mais ainda....

Na primeira noite que passei lá comi num restaurante na praça que não tinha nada de especial. Porém, na segunda noite, fui a um restaurante chamado “La Bucatarul Vesel” que tem um carneiro defumado que é o ó do borogodó! Vi no 4squared que a costela de lá também é altamente recomendável. É perto da praça, numa rua chamada Michael Weiss [do centro pro ponto de ônibus, virar à direita].


Outras cidades que fiquei com vontade de visitar foram Timișoara, Târgu Mureș e Buzău.

Uma coisa que eu esqueci de escrever antes foi o motivo incial de ter ido à Romênia... no começo eu só queria fazer algo não muito turístico, algo diferente. Por isso acabei digitando "horse riding" no google e achei esse site: http://cross-country.ro/

Foi quando comecei a pesquisar mais sobre a Romênia pra programar a viagem, que resolvi estender de 4 para 7 dias e incluí outras cidades. Essa fazenda fica perto de Sighișoara e o programa completo fica em 120 euros, já incluindo os 3 passeios a cavalo, acomodação de sexta a domingo e todas as refeições - e programando com alguma antecedência, ele também busca na estação de trem. O lugar é lindo, a paisagem é fantástica e tem opções de passeios e cavalos para todos os níveis.

Pra quem preferir, eles oferecem programas mais curtos também, basta da uma olhada no site.

sábado, 14 de abril de 2012

Sérvia


Introdução

A Sérvia (em sérvio Србија, transl. Srbija) é um país europeu, cuja capital é Belgrado, localizado no sudeste da Europa, na região balcânica. Faz fronteira a sudoeste com Montenegro, país do qual se separou em 2006, a oeste com a Bósnia e Herzegovina, a noroeste com a Croácia e ao sul com a Macedônia e Albânia, ao leste com a Romênia e a Bulgária e ao norte com a Hungria. A província do Kosovo, no sul, proclamou sua independência unilateralmente em 17 de Fevereiro de 2008, mas o governo sérvio não a reconhece.
É uma ex-república iugoslava, tendo integrado, até junho de 2006, uma confederação com Montenegro denominada Sérvia e Montenegro. No dia 5 de junho do mesmo ano, a Sérvia declarou sua independência, 2 dias após Montenegro ter feito o mesmo. No entanto, a Sérvia foi reconhecida como o estado sucessor da união, que por sua vez sucedia a República Federal da Jugoslávia. A 22 de dezembro de 2009 a Sérvia apresentou a candidatura oficial de adesão à União Europeia.







Bandeira da Sérvia 


        










   

Brasão de armas




Cidades mais populosos da Sérvia


Infraestrutura

 

Educação 

A Educação na Sérvia é regulada pelo Ministério Sérvio da Educação e do Desporto.

A Educação começa ou em pré-escolas ou em escolas primárias. As crianças são matriculadas na escola primária (Sérvias: Osnovna škola) aos 7 anos de idade e permanecem durante oito anos.

 

Turismo  

O turismo na Sérvia baseia-se maioritariamente nas montanhas e nas aldeias. As estâncias mais conhecidas nas montanhas são as de Zlatibor, Kopaonik, e a de Tara. Também existem inúmeros spas na Sérvia, dos quais um dos maiores é o Vrnjačka Banja. Também existe um turismo expressivo em Belgrado e Novi Sad (a capital da província da Voivodina), bem como no Festival Exit e o festival de trompetes de Guča.

 

Cultura

A Guzla, instrumento musical nacional Sérvio.
A Sérvia é um dos países culturalmente mais diversificados da Europa. As fronteiras entre grandes impérios percorreram o território da Sérvia actual durante longos períodos da história: entre a metade Oriental e Ocidental do Império Romano; e entre o Império Otomano e o Império Austríaco (mais tarde Áustria-Hungria). Como resultado, enquanto o Norte é culturalmente mais como a Europa Central, o Sul é mais Oriental. Evidentemente, ambas as regiões influenciaram-se mutuamente, pelo que a distinção entre Norte e Sul é de certa forma artificial.
A influência do Império Bizantino sobre a Sérvia foi talvez a mais significativa. Os Sérvios são Cristãos Ortodoxos, com a sua própria Igreja nacional - a Igreja Ortodoxa Sérvia. Usam ambos os alfabetos, o Cirílico e o Latino, resultante da influência Oriental e Ocidental. Os mosteiros da Sérvia, construídos principalmente na Idade Média, são uns dos traços mais valiosos e visíveis da Sérvia Medieval juntamente com o Bizâncio, mas também com a Europa Românica (Ocidental) que a Sérvia tinha uma forte ligação na idade média.

 

Cinema

Recentemente a Sérvia destacou-se no cinema com a polêmica película de terror A Serbian Film, que possui cenas fortíssimas de sexo, violência, necrofilia e pedofilia sendo ao mesmo tempo comentada, banida em vários países e premiada em festivais de cinema.

 

Desportos

Os desportos mais populares entre os sérvios são o futebol, o voleibol e o basquetebol. Nos últimos anos, o polo aquático e o tênis têm-se popularizado.
Como Jugoslávia, na Copa do Mundo de futebol conseguiu ficar em terceiro lugar em 1930, no Uruguai, além de quarto lugar em 1962, no Chile. Já na Eurocopa, conseguiu o vice-campeonato em 1960, na França, e em 1968, na Itália, além de quarto lugar em 1976, quando foi país-sede. No país, existem dois times de grande porte: o Estrela Vermelha (campeão mundial e campeão europeu em 1991) e o Partizan1966). (vice em
Também como Jugoslávia, ganhou a medalha de ouro no vôlei masculino nos jogos olímpicos de Sidney-2000 e bronze em Atlanta-1996, além de prata no Campeonato Mundial de 1998 em Tóquio, bronze na Copa do Mundo em 2003 e bronze no Campeonato Mundial feminino de 2006 em Osaka.
Ainda como Jugoslávia, ganhou a medalha de ouro no basquetebol masculino nos jogos olímpicos em Moscou-1980, prata na Cidade do México-1968, Montreal-1976, Seul-1988 e Atlanta-1996, e bronze em Los Angeles-1984. No feminino ganhou prata em Seul-1988 e bronze em Moscou-1980. É também o maior vencedor do Campeonato Mundial masculino, ganhando em 1970, 1978, 1990, 1998 e 2002, além de ficar em segundo em 1963, 1967 e 1974, e terceiro em 1982 e 1986. No feminino, ficou em segundo lugar em 1990. No Campeonato Europeu, venceu em 8 oportunidades (1973/1975/1977, 1989/1991, 1995/1997 e 2001).
Já no tênis, o país revelou nos últimos anos jogadores de destaque mundial:
  • Monika Seleš (Monica Seles): ex-número 1 do mundo e vencedora do Aberto da Austrália em 1991, 1992, 1993 e 1996, de Roland Garros em 1990, 1991 e 1992, e do US Open em 1991 e 1992. Terminou na primeira colocação no ranking mundial em 1991, 1992 e 1995.
  • Ana Ivanović: campeã em Roland Garros (2008), vice-campeã em Melbourne do Australian OpenRoland Garros (2007) e semifinalista em Torneio de Wimbledon (2007). (2008) e do
  • Jelena Janković: semifinalista em Melbourne do Open da Austrália (2008), Roland Garros (2007) e no US Open (2007).
  • Novak Đoković (Novak Djokovic): bicampeão em Melbourne do Australian Open (2008 e 2011), vice-campeão no US Open (2007), e semifinalista em Roland Garros (2007 e 2011), campeão Torneio de Wimbledon (2011) e campeão US Open (2011).
 Dados Principais
Área: 88.361 km²
Capital
: Belgrado
População
: 7,4 milhões (estimativa 2005) * exclui Kosovo
Nome Oficial
:  República da Sérvia
Nacionalidade
: sérvia
Governo
: República com forma mista de governo
Divisão administrativa: 29 distritos administrativos, capital (Belgrado), uma província autônoma (Voivodina) e a província de Kosovo que esta sob administração da ONU.

Geografia
Localização: sudeste da Europa
Cidades Principais
: Belgrado, Novi Sad, Nis, Pristina, Kragujevac.
Clima: mediterrâneo

Dados culturais e sociais
Composição da População: sérvios, albaneses, húngaros, bósnios, croatas, ciganos, eslovacos, búlgaros e romenos. 
Idioma
: sérvio
Religião
:  cristianismo (65%), islamismo (17,8%), sem religião (12,5%) e ateísmo (3,2%).
 
 
Economia
PIB (Produto Interno Bruto): US$ 79 bilhões (estimativa 2011)
PIB per capita: US$ 10.700 (estimativa 2011)
Força de trabalho
: 3,35 milhões (2010)
Moeda: dinar sérvio
Outras Informações sobre Sérvia: site oficial do governo da Sérvia (em inglês) 

Ponto Turístico - Zlatibor

Zlatibor é uma montanha incrivelmente bela. Ele está localizado na parte ocidental da Sérvia, cerca de 230km de Belgrado. Na altura média de 1000 m acima do nível do mar, oferece um cenário inesquecível. Temum clima único para quem procura descanso, relaxamento, bem como desfrutar de inverno e verão de esportes, como esqui, caminhada e natação. Zlatibor é ideal principalmente para os esquiadoresapaixonados, procurando umas férias mais excitantes e perigosas. Altas montanhas cercam a montanha, além de pastos espaçosos, rios pequenos, numerosos e lagos. Tem um clima conhecido por ser útil na cura de problmas cardíacos e da glândula tireóide, assim como muitas alergias. Todos contribuem para tornar a sua estadia neste montanha uma experiência inesquecível. O clima torna Zlatibor rica em vegetação, crescendo mais de 120 diferentes tipos de gramíneas e florestas. Terreno ondulado é aspergido comflorestas de pinheiros e abetos, narcisos selvagens e todos os tipos de flores da montanha coloridas e frutos silvestres.
Oferece um rico património cultural e uma experiência turística. Mais de 200,000 pessoas visitam Zlatibor, em todo um ano, durante a sua estada em hotéis recém-construídos, pequenos hotéis, pousadas ou em casas particulares


 

Europa promove turismo

A Europa quer criar uma etiqueta europeia de turismo de qualidade.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Viajando pela Europa

Este clipe apresenta magníficas imagens da Europa, a começar por uma viagem ao longo do rio Danúbio, passando pela Alemanha, Áustria, Eslováquia, Hungria, Croácia, Sérvia, Romênia, Bulgária, chegando ao delta do Danúbio e seu fim no mar Negro.
A seguir podem ser vistas sensacionais imagens coletadas pelo fotógrafo Yann Arthus-Bertrand de diversos países da Europa, em tomadas aéreas. São apresentadas imagens da Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Irlanda, Islândia, Itália, Albânia, Grécia, Holanda, Suécia e Turquia.


Países Baixos da Europa - Holanda

Um vídeo com algumas imagens do local.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Inglaterra

Introdução

A Inglaterra é uma das nações constituintes do Reino Unido. Historicamente dominante, ocupa a metade sul da ilha da Grã-Bretanha, à exceção de uma área a oeste, correspondente ao País de Gales. Limita a Norte com a Escócia, a Leste com o mar do Norte, a Sul com o canal da Mancha e a Oeste com o oceano Atlântico, Gales e o mar da Irlanda. Sua capital é Londres. Tem uma área de 130 439 quilômetros quadrados e uma população de 49 milhões de habitantes.
A área que é agora chamada de Inglaterra foi ocupada por povos de várias culturas por cerca de 35 mil anos, mas leva o seu nome dos Anglos, uma das tribos germânicas que ali se instalaram entre o séculos V e VI. A Inglaterra tornou-se um Estado unificado em 927 d.C., e desde a época dos Descobrimentos, que iniciou-se no século XV, teve um significativo impacto cultural e jurídico em todo o mundo. O idioma Inglês, a Igreja Anglicana e o sistema parlamentar têm sido adotados por outras nações. A Revolução Industrial teve origem na Inglaterra no século XVIII,se transformando no primeiro país industrializado, e a Royal Society lançou as bases da ciência experimental moderna.
O Reino da Inglaterra, que depois de 1284 incluiu Gales, era um Estado soberano até 1 de Maio de 1707, quando os Atos de União puseram em prática as condições estabelecidas no Tratado da União do ano anterior, resultando em uma união política com o Reino da Escócia para criar o Reino Unido da Grã-Bretanha. Em 1800, a Grã-Bretanha uniu-se com a Irlanda através de uma outra lei da União para se tornar o Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda. Em 1922 o Estado Livre Irlandês foi estabelecido como um domínio separado; posteriormente, a Irlanda do Norte foi incorporada ao Reino Unido, criando o Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte.

   Bandeira da Inglaterra

    Brasão de armas


  
Etimologia

O nome Inglaterra é derivado do Inglês antigo "ENGLAND" (England), que significa "terra dos anglos". Os Anglos foram uma das tribos germânicas que se estabeleceram na Inglaterra durante a Alta Idade Média. Segundo o Dicionário Oxford, o primeiro uso conhecido de "Inglaterra" para se referir à parte sul da ilha da Grã-Bretanha ocorreu em 497, e sua ortografia moderna foi usada pela primeira vez em 1038.

Cidades mais populosas


Educação

Universidade de Oxford.

A Educação é obrigatória no Reino Unido dos 5 aos 16 anos de idade, sendo oferecida em escolas financiadas pelo governo (state-funded schools) ou particulares (mais conhecidas por independent, também chamadas de public schools na Inglaterra e País de Gales). As escolas britânicas se classificam também por género, podendo ser escolas para garotos, escolas para garotas ou escolas chamadas co-educacionais. Podem ser ainda day schools (escolas diárias em que os alunos apenas estudam de dia) ou boarding schools (alguns ou todos os alunos estudam e residem na escola), sendo que a maioria das escolas independentes são boarding schools. Existe ainda uma outra classificação dentro do sistema britânico, que são as Grammar schools, destinadas aos alunos mais bem dotados academicamente. De outro lado, ainda existem as escolas especiais, que atendem alunos com necessidades educativas especiais, embora o sistema regular (mainstream) acolha estes alunos em regime de educação inclusiva.



    Geografia
Localização: Europa
Cidades Principais: Londres, Birmingham, Liverpool, Manchester, Leeds, Southampton, Nova York e Sheffield.
Clima: temperado oceânico
Temperatura média anual:
13ºC

Dados Culturais e Sociais

Idioma: inglês (oficial)
Religião:
cristianismo 80% , islamismo 11%, sikhismo 4%, hinduísmo 2%, judaísmo 1%, outras 2%
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,940 (padrão elevado)
 
Economia
 
PIB (Produto Interno Bruto): US$ 1,9 trilhões (2006)
Renda per Capita:
US$ 38.000
Principais atividades econômicas:
indústria, finanças, turismo e comércio exterior.
Principais produtos exportados:
produtos químicos, automóveis, têxteis, aeronaves, produtos de metal, máquinas.
Principais produtos agrícolas produzidos:
cereais, trigo, aveia, centeio.
Moeda: libra esterlina

 Ponto Turístico - London Eye

A London Eye também conhecida como Millennium Wheel (Roda do Milênio), é uma roda-gigante de observação. Situada na cidade de Londres, capital do Reino Unido, foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados da cidade. Desde 2006, a roda gigande deixou de ser a maior do mundo, após a inauguração da Estrela de Nanchang (160 m), localizada na cidade de Nanchang, China. Atualmente, a maior roda gigante do mundo é a Singapore Flyer, a qual realizou sua primeira volta no dia 11 de fevereiro de 2008.

História


A London Eye é considerada como um ponto turístico singular em Londres. Isso não apenas pela ousadia de seu projeto, mas também pelas dificuldades que a acompanharam desde quando foi concebida até sua inauguração.

A idéia


A ideia por trás da London Eye remonta ao início da década de 1990. Nessa época, tendo em vista o novo milênio que se aproximava, vários projetos foram apresentados para marcar essa passagem. Em Londres, o jornal The Sunday Times, em conjunto com a Architecture Foundation, decidiu dar início a uma competição onde se escolheria um projeto para uma nova estrutura na cidade.
Os arquitetos David Marks e Julia Barfield tiveram a idéia de criar uma grande roda-gigante. Mas não seria uma roda-gigante comum; ela possibilitaria uma vista de toda a Londres. Em vez de simples gôndolas, como nas rodas-gigantes convencionais, haveria grandes cabines fixadas à roda, dotadas de amplas janelas de vidro. As cabines se movimentariam de acordo com a rotação, sempre deixando o visitante numa posição ereta. De fato era um projeto muito inovador, diferente de tudo que já tinha sido construído na cidade desde então.
Mas será que era realmente necessário ter uma estrutura enorme bem no meio de Londres? Será que todos se importavam tanto com o novo milênio que era necessário até criar um novo ponto turístico? Independente dessas idéias, o Sunday Times ignorou as sugestões enviadas e acabou com a competição.
A London Eye vista da ponte de Westminster,a noite.

British Airways entra em cena


Mas David e Julia não abandonaram sua idéia. Decidiram criar a empresa Marks Barfield, levando em frente o projeto com seu próprio dinheiro. Até o tablóide londrino Evening Standard resolveu dar um impulso, fazendo publicidade em busca de parceiros para custear o plano.
Quando todos já achavam que nada ia dar certo, que todo o trabalho tinha sido em vão, a British Airways aparece. Numa parceria com a Marks Barfield, eles decidem pagar pela construção da então batizada British Airways London Eye.

A London Eye à noite, vista do Bankside.

A construção


O aval já tinha sido dado, e o lugar escolhido para a London Eye seria a margem sul do Tâmisa, bem próximo ao Parlamento. O distrito de Lambeth permitiu que ela ficasse, com a condição de ser desmontada cinco anos depois. Mas o problema era como ela chegaria ali.
Considerando que as ruas de Londres são demasiado estreitas e que seria impossível mover uma roda-gigante de 135 metros de diâmetro rio acima, foi decidido que ela seria construída no próprio Tâmisa, sendo suspendida depois. Todo o material usado viria por balsas. Apesar de ser um ícone londrino, muito pouco da London Eye é de fato inglês. As partes da roda foram fabricadas na Holanda, as cabines são dos Alpes Franceses, e as janelas foram produzidas em Veneza.
Todo o material subiu o rio até chegar ao lugar onde iria ser montada a roda. Em setembro de 1999, ela já estava pronta, e então iria começar o trabalho de 16 horas até suspender as 1.700 toneladas da London Eye. Mas, contra todas as expectativas, um cabo se rompeu. O novo milênio se aproximava e a mídia já chamava o projeto de Wheel of Misfortune (Roda do Infortúnio). Levou mais um mês e 10 dias até que ela estivesse "em pé". As cabines chegaram logo depois, e após 16 meses de trabalho, a inauguração estava marcada para o dia 31 de dezembro de 1999

A inauguração


Tudo já estava preparado. A abertura da London Eye se daria na passagem do ano, com a presença do Primeiro Ministro Tony Blair.
Mas ninguém poderia adivinhar que uma das cabines não iria ser aprovada num teste de segurança. Levaria mais um mês até que o público pudesse desfrutar do "vôo", como a British Airways chama o passeio.
Mas isso não impediu que a roda girasse sem passageiros. Nos últimos minutos de 1999, Tony Blair apertou um botão, um Concorde voou sobre o céu de Londres e os fogos foram lançados. O novo milênio já tinha chegado, e com ele a London Eye.
No primeiro dia de fevereiro de 2000, o público finalmente teve a chance de entrar na London Eye. O tempo estava essencialmente britânico, com muita neblina, mas isso não impediu os londrinos de experimentar seu novo ponto turístico. A mais nova roda-gigante de Londres provou ser um sucesso imediato.
Ironicamente, um outro projeto para o novo milênio que tinha sido amplamente apoiado pelo governo, o Millennium Dome, não fez sucesso algum. O mesmo foi recentemente comprado pela operadora de celular O2, a qual criou um espaço para shows com capacidade de 22.000 pessoas.
Hoje o "The O2", como é conhecido, é palco de grandes nomes como Linkin Park, Celine Dion e o show de Reunião do Led Zeppelin em 2006.

Turistas numa cabine da London Eye.

A London Eye hoje


A British Airways parou de patrocinar a London Eye desde o inicio de 2008. A atracao hoje e de propriedade da Merlim Entertainment Group, um dos maiores grupos de entretenimento da Europa. O grupo possui varios parques na Inglaterra bem como o famoso museu de cera Madame Tussauds com sede principal em Londres. As 32 cabines podem comportar 15.000 visitantes por dia e a volta completa dura um pouco menos de 30 minutos. Há diversos pacotes oferecidos aos visitantes da London Eye. Desde simples "voos" saboreando uma taca de champagne ate a possibilidade de alugar sua propria Capsula Privada com canapes, champagne e vinho.
Havia, como foi dito, uma restrição de cinco anos para a London Eye. Os críticos já tinham dado o apelido de Eyeful Tower, numa referência à Torre Eiffel, que também fora concebida para ser desmontada no futuro. Mas em 2002 o distrito de Lambeth concedeu à British Airways uma licença permanente.

London Eye a noite.
O terreno onde se encontra a London Eye é de propriedade do South Bank Centre, que possui vários outros prédios nos arredores. Em 2005 foi divulgado na mídia o conteúdo de uma carta que supostamente teria vindo da diretoria do SBC, afirmando que o aluguel passaria dos atuais £65,000 para £2,5 milhões, o que a British Airways considerou inviável. Nessa época houve boatos que a London Eye seria então movida para o Hyde Park, ou até mesmo para Paris. O South Bank Centre negou o conteúdo da carta.
Em 2006, depois de um conflito jurídico sobre o valor do aluguel, a British Airways e o South Bank Centre fizeram um acordo onde a London Eye deveria repassar pelo menos £500,000 por ano ao SBC, num contrato válido por 25 anos.
A London Eye entrou para o Guinness, como a maior roda-gigante do mundo. Mas em breve esse título deverá ser revogado, haja vista que há planos para construir uma roda-gigante de 170m de altura em Las Vegas e outra de 200m em Shanghai.
As estações do metrô mais próximas são Waterloo e Westminster.

Vídeo com fotos de diversos pontos turísticos de Londres, na Inglaterra.